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quinta-feira, agosto 05, 2010

Mas o que é isso do sem sentido?

Pegando na pergunta em titulo, também já utilizada algures neste espaço, irá ser apresentado em forma literal nas breves linhas seguintes uma dissertação acerca da questão.

O que é isso do sem sentido? Pegando na formula de resolução de eliminação de hipoteses irei iniciar pela questão afinal o que faz sentido?

Será mais fácil responder a esta ultima questão? Não me é fácil afirmar que sim pois o que fará sentido para uns poderá não fazer sentido para outros.  Por exemplo, fará sentido o estado criar uma lei para facilitar o desemprego para desta forma facilitar a convivência empresarial, bem como diminuir a burocracia associada ao processo em questão e, finalmente, agilizar toda a temática legislativa e liberalização no sentido do que tem sido todo o novo processo corrente de desenvolvimento de politicas da UE.

No fundo a questão tem um enomre pragmatisno associado, bem como um conjunto de paradoxos que do ponto de vista tecnico/financeiro.  Para começar, de uma forma simplista, podemos afimar com toda a veemência que o aumento do desemprego consequência um problemas sociais. No entando, para os defensores da existência de difernciações sociais esse problema não existe. Falo pois dos mais relutantes relativamente às velhas questões levantadas no ambito da defesa de uma sociedade mais justo, às quais não pretende sequer atribuir a designação tecnico/teorico por questões de ordem prenunciosas, às quais irão entender ao longo da literaura.

Os mais prenunciosos, elementos aos quais a minha virtude pressente o querer constante de apelidação de ridiculos, originam em mim uma ligeira sensação de complexa perplexidade pelo pretenciosismo do seu desejo, proveniente de algo que não consigo explicar, de localização indevida, isto é, de uma forma mais simples, de se colocarem em lugar que não o seu.

O atributo conferido aos que o sol da vida ilumina mais fincadamente também lhes deveria conferir maior responsabilidade social, atribuir um sentido de vida, mas digo util. Este sentido social, e de responsabilidade civil, é algo que não se aprende nas escolas, não se ensina em casa, mas pode acontececer que sim... não quero afirmar com uma exactidão que assim o seja.

A verdade é que assiste no dia a dia um esquecimento destes valores mas, mesmo assim, há quem os pratique. Não vou tomar exemplos, mas, existem inumeras organizações não governamentais as quais, sem fins, claramente demonstram à sociedade civil qual o seu objectivo.

No fundo, e mais objectivamente, estas bem com as pessoas que as formam, de um ponto de vista geral não representam nenhuma classe. Do ponto de vista pessoal acredito que oseu objectivo não será o mesmo de algumas (consideradas por mim) "personagens" desta vida. Sim, não passam de personagens as pessoas que vivem e transmitem o conceito de faz-de-conta...

Senão vejamos, vivemos na época/geração do chamado recibo verde, com todas as fragilidades inerentes a quem o pratica, não muito dificeis de entender quais. Fragilidade, instabilidade, ansiedade, são apenas alguns substantivos de fácil identificação no seio deste sistema. No entanto, é com profundo sarcasmo que assisto ao reposicionamento social de "personagens" que se visionam num plano extramundano, pelo menos na minha concepção de vida, atingindo o ponto do qual, atrás referia, seria importante ao ser humano assumir um nível de responsabilidade social efectiva.

Tal não sucede, a "personagem" apenas assume o papel de pretenciosa fanfarronice desprovida de de conhecimento e ainda munida, muitas vezes, de uma total e displicente falta de sentido educacional. A fanfarronice tipica de quem saltou etapas de vida. Fanfarronice tipica de quem, de uma forma simplista, simplesmente se definirá com a expresão " não sabe mas pensa que sim"

Mas, toda esta fala de objectividade literal fará sentido para expressa de forma inequivica o titulo do temoa que vos apresento?
A resposta poderá ser encontrada numa das frases deste texto. "para uns sim, mas para outros não"...enfim. A identificação com a conceptualidade inerente a este texto poderá ser muito ambigua. De tal forma que, acredito veementemente, que haverá interpretações dubias, interpretações objectivas, interpretações comicas, etc. O objectivo da dissertação em causa não é nada disso. Trata-se antes porém de um raciocionio lógico e elaborado com base em elementos recolhidos de experiência vivida.

Irão certamente correr criticas que o poderão não ficar explicitas no espaço nem no momento certo. A verdade é que é natural  a ocorrência deste tipo de criticas. Muitas das vezes não são criticas, definira antes "mal-dizeres", "más vontades". Coisas que só a vida nos oferece. Infelizmente percebo que no meio do paraíso que vivo existem coisas más que irrompem com a tranquilidade que o meu paraíso me confere.

É importante atingir o paraíso na nossa vivência, no entanto, é importante atribuir-lhe um sentido tendo em consideração que à nossa volta nem tudo é o que pretendemos que seja. Por esse motivo procura-se perceber se de facto será importante, ou se será logico abordar directamente junto dos "considerados" elementos responsáveis pela perca de tempo.

Analisar e recolher informação para prosseguir com o uma resolução tornou-se um peso e uma questão temporal. Se por um lado há questões tematicas sensiveis para abordar, por outro, há a perca de tempo.

O tempo é precioso dado o prazo de validade de cada um. O tempo é essencial a conferir um sentido ao que cada um fz. Por vezes não parece ter sentido uma determinada acção, mas aí surge o sentido causal, ao qual cada um de nós está sujeito. É desse sentido que fugimos. o que se procura será sempre o sentido logico...

1 comentário:

Anónimo disse...

es-PÉ-TA-CU-LAR!!!

PARABENS PELA DISSERTAÇÃO..AMBIGUA E LOGICA!!!!