A primeira parte deixou em ansias os leitores do blog.
Claro, pois quem me conhece, sabe que sou um acerrimo defensor desta ideologia...principalmente se estivermos a conversar com os nosso novos basteões das politicas defensoras do nosso país. POliticas estas ( produzidas em Universidades privadas...) que permitem um crescimento (intenso ) do PIB e capaz de levar os valores do emprego a numerus nunca antes vistos.
Sem duvida falamos todos os dias sem saber o que se diz... é pena não analisarmos mais aprofundadamente o caracter dos politicos, vermos o seu passado...esquecernos o seu posicionamento para não interferer com as nossas proprias ideias...
Sugiro o visionamento do video, no qual um alemão pateta se estatela contra o gelo:
https://www.youtube.com/watch?v=cyDJmcZAR5M
Após o visionamento, passemos à ..."Análise Politica a Politica Bolchevique e os seus possiveis beneficios para a Humanidade":
Bolchevique, o que significa?
É uma palavra da língua russa, e significa "maioritário".
Assim foram chamados os integrantes da facção do
Partido Operário Social-Democrata Russo liderada por
Vladimir Lênin. Em Portugal, foram inicialmente designados
maximalistas.
Partido Operário Social-Democrata Russo ( POSDR):
Social democrata Russo???? Ai que não pode ser!!!
Preparam-se:
foi um partido político
social democrata russo fundado em
1898 em
Minsk de modo a unir as várias organizações revolucionárias em um partido único.
O POSDR mais tarde se dividiria nas facções
Bolcheviques e
Mencheviques,
com os primeiros se tornando o Partido Comunista da União Soviética.
1ª Ponto importante da análise a reter:
Na Russia, existia um Partido operario Social democrata que após o desmenbramento deu origem ao partido comu..comu..comun.. ai até tenho medo de dizer....
Os Bolcheviques são comu...comu..comun...as!!!
O programa do POSDR era baseado nas teorias de
Karl Marx e
Friedrich Engels - que diziam que, apesar da natureza agrária
russa, o verdadeiro potencial da revolução estava no
proletariado.
Em 1903, os membros do POSDR dividiram-se em dois grupos básicos:
- Mencheviques: liderados por Plekhanov e por Martov, defendiam que os trabalhadores podiam conquistar o poder participando normalmente das atividades políticas. Acreditavam, ainda, que era preciso esperar o pleno desenvolvimento capitalista da Rússia e o desabrochar das suas contradições, para se dar início efetivo à ação revolucionária. Como esses membros tiveram menos votos em relação ao outro grupo, ficaram conhecidos como mencheviques, que significa minoria.
- Bolcheviques: liderados por Lênin, defendiam que os trabalhadores somente chegariam ao poder pela luta revolucionária. Pregavam a formação de uma ditadura do proletariado, na qual também estivesse representada a classe camponesa. Como esse grupo obteve mais adeptos, ficou conhecido como bolchevique, que significa maioria. Trotsky, inicialmente sem posição dentro da divisão do partido, aderiu aos bolcheviques mais tarde.
Estamos a falar do ano de 1903! Repito 1903....
Duvida: Como é possivel ainda exsitir pessoas a chamar bolchevique a outras? faz-me confusão...!!
Ditadura do proletariado? Classe camponesa? alguem so PCP me esclarece se é isto que pensam?
Aguardo por uma explicação....
Os bolcheviques defendiam uma mudança radical de política para o
povo, defendendo uma revolução socialista armada, caso necessário. Os mencheviques defendiam uma
revolução moderada, permitindo primeiro a
democracia e o pleno desenvolvimento do capitalismo para só depois implantar o
socialismo.
Comentário: Insisto, ainda exitem quem defenda uma revolução socialista armada, caso necessário?
Ah..ok..deixa cá ver exemplos de países que defendem ditaduras a este nível: China, Cuba, Coreia do Norte... hum...que ricos exemplos, curiosamente começam todos por C ( cuidadinho Canada...) enfim...
Pouco depois de os Bolcheviques terem chegado ao poder durante a
Revolução Russa de
1917, eles mudaram o seu nome para o
Partido Comunista de Toda a Rússia (Bolcheviques) em
1918 e passaram a ser conhecidos apenas como
Partido Comunista da União Soviética -
PCUS após esse ponto.
Pronto está tudo dito...isto de prtidos cmunistas não me interessa...pois..vejá lá bem se tem alguma coisa a ver:
Karl Marx[nota 1] (
Tréveris,
5 de maio de
1818 —
Londres,
14 de março de
1883)
[7] foi um
filósofo,
sociólogo,
jornalista e
revolucionário socialista. Nascido na
Prússia, ele mais tarde se tornou
apátrida e passou grande parte de sua vida em
Londres, no
Reino Unido. A obra de Marx em
economia estabeleceu a base para muito do entendimento atual sobre o trabalho e sua relação com o
capital, além do pensamento econômico posterior.
[8] [9] [10] [11] Ele publicou vários livros durante sua vida, sendo que
O Manifesto Comunista (1848) e
O Capital (1867-1894) são os mais proeminentes.
Marx nasceu em uma rica família de
classe média em
Tréveris, na
Renânia prussiana, e estudou nas universidades de
Bonn e
Berlim, onde ficou interessado pelas ideias filosóficas dos
jovens hegelianos. Depois dos estudos, ele escreveu para
Rheinische Zeitung, um jornal radical publicado em
Colônia, e começou a trabalhar na teoria da
concepção materialista da história. Ele se mudou para
Paris em 1843, onde começou a escrever para outros jornais radicais e conheceu
Friedrich Engels, que se tornaria seu amigo de longa data e colaborador. Em 1849, ele foi
exilado e se mudou para Londres junto com sua esposa e filhos, onde continuou a escrever e formular suas teorias sobre a atividade econômica e social. Ele também fez campanha para o
socialismo e tornou-se uma figura significativa na
Associação Internacional dos Trabalhadores.
As teorias de Marx sobre a
sociedade, a
economia e a
política — a compreensão coletiva de que é conhecido como o marxismo — sustentam que as sociedades
humanas progridem através da
luta de classes: um conflito entre uma classe social que controla os
meios de produção e a classe trabalhadora, que fornece a
mão de obra para a produção e que o
Estado foi criado para proteger os interesses da classe dominante
[12] , embora seja apresentado como um instrumento que representa o interesse comum de todos. Além disso, ele previu que, assim como os sistemas socioeconômicos anteriores, o
capitalismo produziria tensões internas que conduziriam à sua auto-destruição e substituição por um novo sistema: o
socialismo. Ele argumentava que os
antagonismos no sistema capitalista, entre a
burguesia e o
proletariado seria consequência de uma guerra perpétua entre a primeira e as demais classes ao longo da história
[13] que resultaria na "conquista do poder político pela classe operária e, eventualmente, no estabelecimento de uma
sociedade sem classes e
apátrida — o
comunismo — que seria regida por uma
livre associação de produtores.
[14] [15] Marx ativamente argumentava que a classe trabalhadora deveria realizar uma
ação revolucionária organizada para derrubar o capitalismo e provocar mudanças sócio-econômicas.
[16]
Elogiado e criticado, Marx tem sido descrito como uma das figuras mais influentes na
história da humanidade.
[17] Muitos intelectuais, sindicatos e partidos políticos a nível mundial foram influenciados por suas ideias, com muitas variações sobre o seu trabalho base. Marx é normalmente citado, ao lado de
Émile Durkheim e
Max Weber, como um dos três principais arquitetos da
ciência social moderna.
[18]
Durante a vida de Marx, suas ideias receberam pouca atenção de outros estudiosos. Talvez o maior interesse tenha se verificado na
Rússia, onde, em
1872, foi publicada a primeira tradução do Tomo I d'
O Capital. Na
Alemanha, a teoria de Marx foi ignorada durante bastante tempo, até que em
1879 um alemão estudioso da
Economia Política,
Adolph Wagner, comentou o trabalho de Marx ao longo de uma obra intitulada
Allgemeine oder theoretische Volkswirthschaftslehre. A partir de então, os escritos de Marx começaram a atrair cada vez mais atenção.
[33]
Nos primeiros anos após a morte de Marx, sua teoria obteve crescente influência intelectual e política sobre os movimentos operários (ao final do
século XIX, o principal
locus de debate da teoria era o
Partido Social-Democrata alemão) e, em menor proporção, sobre os círculos acadêmicos ligados às
ciências humanas – notadamente na
Universidade de Viena e na
Universidade de Roma, primeiras instituições acadêmicas a oferecerem cursos voltados para o estudo de Marx.
[33]
Marx foi herdeiro da filosofia alemã, considerado ao lado de
Kant,
Nietzsche e
Hegel um de seus grandes representantes. Foi um dos maiores (para muitos, o maior) pensadores de todos os tempos, tendo uma produção teórica com a extensão e densidade de um
Aristóteles, de quem era um admirador.
[34] Marx criticou ferozmente o sistema filosófico
idealista de Hegel. Enquanto que, para Hegel,
da realidade se faz filosofia, para Marx a filosofia precisa incidir sobre a
realidade. Para transformar o mundo é necessário vincular o pensamento à prática revolucionária, união conceitualizada como
práxis: união entre teoria e prática.
[35]
A teoria marxista é, substancialmente, uma crítica radical das
sociedades capitalistas. Mas é uma crítica que não se limita a teoria em si. Marx, aliás, se posiciona contra qualquer separação drástica entre teoria e prática, entre pensamento e realidade, porque essas dimensões são abstrações mentais (categorias analíticas) que, no plano concreto, real, integram uma mesma totalidade complexa.
[36]
O marxismo constitui-se como a
concepção materialista da História, longe de qualquer tipo de
determinismo, mas compreendendo a predominância da materialidade sobre a ideia, sendo esta possível somente com o desenvolvimento daquela, e a compreensão das coisas em seu movimento, em sua inter-determinação, que é a
dialética. Portanto, não é possível entender os conceitos marxianos como
forças produtivas,
capital, entre outros, sem levar em conta o processo histórico, pois não são conceitos abstratos e sim uma abstração do real, tendo como pressuposto que o real é movimento.
[37]
Karl Marx compreende o
trabalho como atividade fundante da humanidade.
[38] [39] E o trabalho, sendo a centralidade da atividade humana, se desenvolve socialmente, sendo o homem um ser social. Sendo os homens seres sociais, a História, isto é, suas
relações de produção e suas
relações sociais fundam todo processo de formação da humanidade. Esta compreensão e concepção do homem é radicalmente revolucionária em todos os sentidos, pois é a partir dela que Marx irá identificar a
alienação do trabalho como a alienação fundante das demais. E com esta base filosófica é que Marx compreende todas as demais ciências, tendo sua compreensão do real influenciado cada dia mais a ciência por sua consistência.
[40]
Georg Wilhelm Friedrich Hegel (
Stuttgart,
27 de agosto de
1770 –
Berlim,
14 de novembro de
1831) foi um
filósofo alemão. É unanimemente considerado um dos mais importantes e influentes filósofos da história. Pode ser incluído naquilo que se chamou de
Idealismo Alemão, uma espécie de movimento filosófico marcado por intensas discussões filosóficas entre pensadores de cultura alemã (Prússia) do final do século XVIII e início do XIX. Essas discussões tiveram por base a publicação da
Crítica da Razão Pura de
Immanuel Kant. Hegel, ainda no seminário de Tübingen, escreveu, juntamente com dois renomados colegas, os filósofos
Friedrich Schelling e
Friedrich Hölderlin, o que chamaram de "O Mais Antigo Programa de Sistema do Idealismo Alemão". Posteriormente Hegel desenvolveu um sistema filosófico que denominou "Idealismo Absoluto", uma filosofia capaz de compreender discursivamente o absoluto (de atingir um saber do absoluto, saber cuja possibilidade fora, de modo geral, negada pela crítica de Kant à metafísica). Apesar de ser notavelmente crítica em relação ao
Iluminismo, a filosofia hegeliana é tida por muitos como, para usar a expressão de Habermas, a "filosofia da modernidade por excelência".
[1]
Hegel influenciou um grande número de autores (
Strauss,
Bauer,
Feuerbach,
Stirner,
Marx,
Dilthey,
Bradley,
Dewey,
Kojève,
Hyppolite,
Hans Küng,
Fukuyama,
Žižek). Era fascinado pelas obras de
Spinoza,
Kant e
Rousseau, assim como pela
Revolução Francesa. Muitos consideram que Hegel representa o ápice do Idealismo Alemão.
Hegel descreve sua concepção filosófica, no prefácio a uma de suas mais célebres obras, a
Fenomenologia do Espírito, da seguinte forma: "Segundo minha concepção – que só deve ser justificada pela apresentação do próprio sistema –, tudo decorre de entender e exprimir o verdadeiro não como substância, mas também, precisamente, como sujeito. Ao mesmo tempo, deve-se observar que a substancialidade inclui em si não só o universal ou a imediatez do saber mesmo, mas também aquela imediatez que é o ser, ou a imediatez para o saber. [...] A substância viva é o ser, que na verdade é sujeito, ou – o que significa o mesmo – que é na verdade efetivo, mas só na medida em que é o movimento do pôr-se-a-si-mesmo, ou a mediação consigo mesmo do tornar-se outro. Como sujeito, é a negatividade pura e simples, e justamente por isso é o fracionamento do simples ou a duplicação oponente, que é de novo a negação dessa diversidade indiferente e de seu oposto. Só essa igualdade reinstaurando-se, ou só a reflexão em si mesmo no seu ser-Outro, é que são o verdadeiro; e não uma unidade originária enquanto tal, ou uma unidade imediata enquanto tal. O verdadeiro é o vir-a-ser de si mesmo, o círculo que pressupõe seu fim como sua meta, que o tem como princípio, e que só é efetivo mediante sua atualização e seu fim."
[2]
O termo
leninismo é utilizado para designar a corrente política surgida pelo rompimento político com o
economicismo da
social-democracia européia no começo do
século XX.
Apesar de levar o nome de seu principal fundador, o leninismo também carrega contribuições de revolucionários como
Grigory Zinoviev (por formular junto com Lenin a
teoria do desenvolvimento desigual) e
Lev Kamenev.
Punch line:
Lenin procurou adaptar a teoria marxista do
século XIX à realidade do século XX e foi um dos principais teóricos marxistas e o principal lider da
Revolução Bolchevique de 1917, na
Rússia.