Do que é praticar o Bem ou praticar o Mal, poderão ser suscitadas questões relacionadas com a percepção individual. Esta afirmação carrega sobre si um conjunto de questões complexas no que diz respeito à Formação, Educação e Socialização de cada individuo e o impacto do seu meio-ambiente na formação do seu carácter e percepção da vida.
Na realidade existe, no momento histórico e contemporâneo actual, a ideia vincada de religião misturada com uma sociedade em plena evolução capitalista. Esta mistura tem demonstrado e levado a níveis elevados de interpretações e percepções do conceito em análise.
A dicotomia reveste-se de uma forma inconsciente nas nossas acções e, numa sociedade dita urbana, como a Europeia, num sentido de busca de acções diárias que preconizam a busca do fazer "Bem".
No entanto, nem sempre é assim. Por vezes, nas mais pequenas acções tal não é observável e a teoria e objectivo religioso cai constantemente por terra, mesmo por indivíduos que de uma forma se auto-intitulam de adeptos de alguma religião.
Trata-se de uma sociedade "partida"! De uma sociedade pelo qual cada um escolhe "ser" alguma coisa ou pertencer a alguma coisa.
Passamos então às escolhas que fazemos e achamos que nos beneficiam, que nos trazem prazer, em suma, que nos fazem "BEM" pertencer.
Daqui decorre uma situação que corrompe o estado de espírito, porque sobrepõe-se o alter-ego ( a ideia do "eu" tenho de estar "bem"), à ideia de de vivência em sociedade. De uma forma prenunciosa, poderá já a surgir na nossa mente, perante esta ideia, que a semente da origem do Mal começa a emanar as suas primeiras premissas.
Tão fácil é querer sobrepor o nosso bem estar ao bem estar dos outros. Numa sociedade com as características como a nossa surgem as ambições desmedidas, a competição, a desigualdade e, de uma forma tão vil, a possibilidade de conseguir demonstrar através de uma diversidade de canais de comunicação.
O ser humano consegue estar mais próximo de uma forma fria, o culto da personalidade tornou-se numa prioridade. O querer "ser", "estar" assumiram novos contornos. Num mundo gobal, muitos querem ser "conhecidos" através dos canais de comunicação digitais.
A desumanização das relações é uma realidade. O conceito de "Conhecer alguém" assumiu um paradigma distinto do que era habitual.
Passemos à religião e ao seu paradigma. Numa sociedade na qual coexistem indivíduos pertencentes a um determinado grupo desta índole, terá por objectivo principal a busca do "bem". Não é por isso compreensível a existência das ditas "guerras santas". Isso não existe. Qualquer guerra tem correlacionado a morte e todos concordamos que não se trata de fazer "Bem". Alguém sairá sempre lesado...
Por outro lado, a ideia da existência de um "DEUS" ( seja lá ele qual for, não estou a indicar algum em particular) ou de entidade superior que nos observa e que deveria cuidar por nós, trata-se de expectativa merecedora das maiores criticas em virtude da fraqueza que coloca sobre o ser humano. Isto é, a incapacidade para alcançar objectivos. O depositar em algo (invisivel) de uma esperança ténue ou de assumir as nossas inseguranças perante os desafios imprevisíveis, face a uma ideia de mudança brusca sem que seja possível antever o seu resultado final.
Na realidade existe, no momento histórico e contemporâneo actual, a ideia vincada de religião misturada com uma sociedade em plena evolução capitalista. Esta mistura tem demonstrado e levado a níveis elevados de interpretações e percepções do conceito em análise.
A dicotomia reveste-se de uma forma inconsciente nas nossas acções e, numa sociedade dita urbana, como a Europeia, num sentido de busca de acções diárias que preconizam a busca do fazer "Bem".
No entanto, nem sempre é assim. Por vezes, nas mais pequenas acções tal não é observável e a teoria e objectivo religioso cai constantemente por terra, mesmo por indivíduos que de uma forma se auto-intitulam de adeptos de alguma religião.
Trata-se de uma sociedade "partida"! De uma sociedade pelo qual cada um escolhe "ser" alguma coisa ou pertencer a alguma coisa.
Passamos então às escolhas que fazemos e achamos que nos beneficiam, que nos trazem prazer, em suma, que nos fazem "BEM" pertencer.
Daqui decorre uma situação que corrompe o estado de espírito, porque sobrepõe-se o alter-ego ( a ideia do "eu" tenho de estar "bem"), à ideia de de vivência em sociedade. De uma forma prenunciosa, poderá já a surgir na nossa mente, perante esta ideia, que a semente da origem do Mal começa a emanar as suas primeiras premissas.
Tão fácil é querer sobrepor o nosso bem estar ao bem estar dos outros. Numa sociedade com as características como a nossa surgem as ambições desmedidas, a competição, a desigualdade e, de uma forma tão vil, a possibilidade de conseguir demonstrar através de uma diversidade de canais de comunicação.
O ser humano consegue estar mais próximo de uma forma fria, o culto da personalidade tornou-se numa prioridade. O querer "ser", "estar" assumiram novos contornos. Num mundo gobal, muitos querem ser "conhecidos" através dos canais de comunicação digitais.
A desumanização das relações é uma realidade. O conceito de "Conhecer alguém" assumiu um paradigma distinto do que era habitual.
Passemos à religião e ao seu paradigma. Numa sociedade na qual coexistem indivíduos pertencentes a um determinado grupo desta índole, terá por objectivo principal a busca do "bem". Não é por isso compreensível a existência das ditas "guerras santas". Isso não existe. Qualquer guerra tem correlacionado a morte e todos concordamos que não se trata de fazer "Bem". Alguém sairá sempre lesado...
Por outro lado, a ideia da existência de um "DEUS" ( seja lá ele qual for, não estou a indicar algum em particular) ou de entidade superior que nos observa e que deveria cuidar por nós, trata-se de expectativa merecedora das maiores criticas em virtude da fraqueza que coloca sobre o ser humano. Isto é, a incapacidade para alcançar objectivos. O depositar em algo (invisivel) de uma esperança ténue ou de assumir as nossas inseguranças perante os desafios imprevisíveis, face a uma ideia de mudança brusca sem que seja possível antever o seu resultado final.
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